quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

ainda te amo


O teu olhar

Desde cedo me fascinei,
por ti, por esse olhar que desde logo amei.
Olhar tão belo,
tão carinhoso, tão singelo.

Esse teu olhar que me cativou,
esses olhos que me inspiraram a ser quem sou.
Olhar de carinho, de amor
todo esse olhar que me deu afecto, deu-me valor.

Olhar que por vezes me intrigava,
detestava quando ele chorava.
Amava-o quando ele me dizia
o que o teu coração sentia.

Um olhar reflecte uma pessoa.
Saudades do teu olhar,
saudades de Lisboa,
olho para ti, ainda te consigo amar.

Olhar que me seduz,
ajudava-me a descobrir em ti uma luz.
Mas nem sempre vi, aquele olhar que traduz,
a infelicidade, o amor perdido,
mais tarde notei que o nosso amor perdera todo o sentido,
mas o teu olhar no meu coração permanece vivo.

domingo, 23 de dezembro de 2007

o vosso presente de natal



O som da tranquilidade
Ao som da tranquilidade,
vejo a simples e honesta verdade.
Em que um verso expressa, toda a minha intencionalidade,
é com calma, esperança ultrapassar as coisas da idade.
Invadido pelo jazz, pelo trompete,
pelo clarinete que de uma forma estranha se intromete
com toda a música, o som da serenidade.
O som que me toca, que me seduz,
faz-me ver a realidade,
que com algum pensamento se traduz,
em tudo o que é escrito
seja o contexto fútil ou erudito
luto naquilo que acredito.
Luto porque a tranquilidade, me deixa tranquilo,
peço tranquilidade naqueles momentos em que refilo,
ou não sei caracterizar momentos, quantos mais defini-los.
A tranquilidade, dá me a calma, a solidez
e tudo o sinto, é a liberdade numa espécie de nudez.
Sem proibições, sem regras,
valoriza as atitudes, a maneira como te entregas.
Não é o resultado que te fará sentir bem,
mas sim, a tranquilidade que te leva mais além.
Este som da tranquilidade deixa-me ver,
faz-me crer, mas acima de tudo entender
que a vida é um livro, eu estou apenas a ler.
As vezes que me irrito sem razão,
preciso da tranquilidade e quando não uso a compreensão.
Tranquilidade ajuda-me numa maior percepção
da vida, de mim mesmo, uma maior interacção
com o que penso, com o que pareço
tranquilidade que manifesta em mim grande apreço.

olá...bom natal



Uma questão de mentalidade…
Se penso necessitar de paz,
sinto me preso, incapaz.
De me abstrair da solidão,
falta-me a liberdade para a minha expressão.
Dias em que a cor é somente cinzenta,
dias em que a sensibilidade me tenta,
a ser uma pessoa fraca, uma pessoa que não aguenta.
Toda a esperança ou o positivismo,
parece simplesmente condenada ao abismo.
Não sei o que fazer, não sei como seguir,
é preciso ter força e não desistir,
o tempo passa mais rápido se conseguires sorrir.
Dias melhores virão e uma maior satisfação se há-de conseguir.
Oportunidade, coragem e força de vontade
farão de ti, alguém com mais vida, amadurecimento e maturidade,
se tens um sonho luta, porque não existe a incapacidade.



Um pouco mais…(2ºversão)
Um pouco mais, de calma e paciência.
Assim haveria guerras com menos frequência,
tenham a ideia, ganhem a consciência
do que realmente fazem, peço vos apenas um pouco mais benevolência.

Um pouco mais de esperança,
o tempo corre, não avança.
Um pouco mais de equilíbrio, para o próprio equilíbrio da balança.
Viver é amar a vida, como amar uma criança.

Um pouco mais de compreensão,
porque ninguém gosta de ouvir um não,
ninguém gosta de ouvir uma critica, uma opinião.
Um pouco mais de atenção, para a tua própria evolução.

Um pouco mais de ti, um pouco mais,
de solidariedade, um pouco mais,
e estaremos doidos por bens banais,
hoje o que interessa é a imagem e nada mais.

Um pouco mais,
dá-me um pouco mais.


Luena
Um mundo devastado,
pelo consumismo exagerado,
a escravidão foi abolida,
a venda de crianças é oferecida.
A escravização de multinacionais,
ou Homens irracionais.
Que compram crianças para satisfazer bens materiais,
bens sexuais, organizações culpam indústrias, culpam os pais.
Quem já foi julgado,
por ter escravos, por estar ligado
a estes crimes sem sanção,
pergunto-vos: - Qual é a solução?
A adopção, é um gesto de carinho
de afecto, de amor.
Escravizam crianças, sem infância
gente sem humanidade, parece o reino da ignorância.
Quem luta contra eles, vê-se com trabalho dificultado,
sinto que vivo num mundo cobiçado,
por potências, que só pensam em mercados,
e não nas crianças e jovens escravizados.
Pensam na pobreza, na droga,
mas ninguém se interroga,
sobre esta escravização,
sem fim, nem razão.

domingo, 16 de dezembro de 2007

eu e t2



frescura


Pela brisa sou refrescado,
com sons de hoje, com músicas do passado.
Viver é o que tenho tentado,
sinto-me fresco quando vejo num sorriso um significado.
A brisa que me suaviza,
o pensamento. O corpo também precisa
de calma e paz,
para tentar ser um pouco audaz.
Procuro uma pequena frescura,
entre o teu amor e a minha procura.
No meio da natureza, pensando.
Fresco, para determinar até quando,
sinto que sou iludido, e assim me vou enganando.
Com o que vou vendo,
com o que me vêm dizendo.
Uma frescura de calma, é o que pretendo.
Conquistar a novidade,
através da escrita, tendo criatividade,
na minha sonoridade,
tento descobrir um mundo com curiosidade.
E tudo o que descubro são coisas que magoam a minha personalidade.
Só esta frescura me torna calmo, e lança uma proximidade,
entre mim, e a minha intimidade.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

o k se passa

O que se passa?

Questões colocadas,

gerações influenciadas,

por tvs e rádios generalizadas.

Somos o futuro,

ou o futuro, um objectivo que procuro,

futuro, inseguro.

Ameaças terroristas,

industriais e capitalistas,

americanos, sonham com poder, usando termos imperialistas.

Quando percebemos, que o armamento,

só nos trás mais guerra e desalento,

nacionalismo, não para a guerra, mas sim como sentimento.

O que se passa?

Um mundo relacionado com a mentira e a farsa?

Ou será eterna, a incompreensão da desgraça?

Famílias revoltadas,

com minorias, ainda marginalizadas,

ou pelo estado de pobreza, afastadas

do apoio social.

será a sociedade capaz de superar, uma pobreza visual?

Será um problema cívico ou meramente desigualdade cultural?

Investimentos para novos aeroportos e TGV´S,

imagina só, as coisas que se passam e tu, não vês.

Tantos e questionáveis porquês.

Que não vêm a luz de uma resposta.

De uma forma imposta,

é que as atitudes e favores políticos nos mostra.

A politica,

que nos segue, que nos prejudica.

Aquando uma critica,

somos sancionados,

podemos estar correctos, estamos cansados.

De erros políticos, que nos deixam inconformados.

Promessas, promessas que nos alimentam,

mas ninguém, imagina problemas, que muitos enfrentam.

E todos os que tentam.

Tentam de uma forma condicionada,

o que se passa, com esta democracia de faxada?

Ou democracia, é influência numa sociedade viciada.

Em vícios,

que nos iludem, que tornam sonhos fictícios.

Jogo com jogo, actos com factos ilícitos.

A cultura parece cada vez mais esquecida,

cultura, que dá prazer á vida,

cultura é uma sensação que nunca será substituída.

Muitos tentam industrializa-la,

persuadi-la, modificá-la,

mas quem mede a cultura á escala?

O que se passa?

terça-feira, 23 de outubro de 2007

refresquei me


a estrela que eu vi...
com uma noite em que vejo o luar,
vejo uma estrela, que me faz sonhar
apaixonei-me por uma estrela tão simples, mas invulgar
uma estrela dificil de caracterizar

uma estrela, tão brilhante
como um coração, que se torna num diamante
uma, estrela cintilante
senti, que uma estrela seria para mim importante

com um sorriso espelhado,
um olhar tão bonito, com tanto significado
uma estrela com um coração dourado
diferente, sentia me apaixonado

era como que fosse imaginação
era um sonho, em evolução
mas, um dia ela deixou de brilhar
e desse mesmo céu, desapareceu o luar

the spirit/lives on(joshuaredman)

Por vezes um sentimento que me coloca...
E uma emoção, provoca.
A duvida ou a certeza,
Por momentos, a nossa alma fica presa,
presa à interrogação
e o espírito pensativo, coloca-nos com o «pé ante mão»

Tudo se complica.
E quando o nosso ser, já não se identifica,
com o que nós pensamos.
Á alturas em que erramos,
um espírito, que nos alegra
porque a vida é um jogo e viver uma regra.

Um sorriso, um abraço, um gesto de conforto
e o nosso espírito, liberta toda a negatividade do nosso corpo.
Tudo se torna mais bonito,
sinceramente é no positivismo que acredito.
Der por onde der,
é no espírito que está o meu ser...


sexta-feira, 19 de outubro de 2007

o tempo passa depressa




quando não estás...

quando não estás, apetece me chorar
Quando te sinto perto, é porque te estás a afastar,
cada vez mais,
quando não estás, sinto demais,
saudades tuas, do teu sorriso,
do teu abraço, que me é tão preciso.
Quando não estavas, aprendi a valorizar,
o carinho, o significado de te amar.
Retraído, por mim, me sinto escondido
e com medo de descobrir o desconhecido.
Quando não estás, a minha coragem desaparece,
vejo, que à muita gente que não me conhece.
Mesmo quando não estás, tu vês o quanto isso me entristece,
quando não estás, a cor escurece.
Quando não estás, sinto a necessidade de algo que nunca mais acontece,
a estranheza que me preenche
e toda a pobreza, que me enche.
De revolta, apetece me gritar.
Quando não estás, tendo em perguntar
se estivesses aqui, o que faria?
sorrir e dizer te que és a melhor companhia?!
Não sei, quando não estás…
Sinto o tempo voltar atrás…
Mas eu não quero, que vás…
Mas tu não decides, apenas vais ter com quem te chama…
Não te esqueças que terás sempre uma pessoa que te ama …




outside

Num mundo à parte,
sem saber como fazer, muito menos como expressar-te.
Que tudo o que sinto,
é um sonho, que confunde a vida com um labirinto.

Sonhei, e vagamente pensei,
quando seria a verdade, lei.
Inconsciência, uma mera alucinação,
um sonho, que me deu voltas ao coração…

Nessa mesma manhã, em que tudo era tão recente,
senti-me, estranho e impotente.
Quando me tocas-te
foi o momento em que me lembras-te…

Como já gostei de ti…
Como te perdi…
Mas, hoje entendi
que com o teu sorriso, o teu olhar, eu enriqueci.

Estás tão diferente,
mas, voltar a amar-te seria, remar contra corrente.
Espero, apenas recuperar,
uma amizade, de que tenho saudades de abraçar
.




uma flor...(para ti)

Uma flor,
transmite um sentimento, um valor.
Uma estranha emoção, um bocadinho de amor.

Uma flor, que se cheira,
com a suavidade de como se fosse a primeira.
Uma flor, e a verdade parece ainda mais verdadeira.

Sem intenção,
uma flor, toca-nos sensivelmente no nosso coração.
Uma flor, um vai e volta de uma recordação.

Uma flor, que me emociona.
Uma flor, que me questiona.
para ti, a minha princesa «Fiona»…

(antes que hajam confusões explico algumas coisas, primeiro este poema foi inspirado no artista Seu Jorge, com a musica«fiore», não sei, achei a musica bonita, ouvi e inspirei-me.
fiona - se bem se lembram é uma personagem do scherk[julgo que é assim que se escreve], é uma autentica princesa. Não pelo seu físico mas por todo o seu interior. e é ai que quero chegar a ideia, o valor das pessoas está nos seus gestos, atitudes... é a minha opinião, e é por ai que admiro e amo as pessoas.) abraço

terça-feira, 9 de outubro de 2007

desejo, quando nós desejamos algo que não temos


desejo, uma igualdade social
desejo, um tabaco que não faça mal
desejo, cura para diabetes
desejo, a proibição de pistolas e cacetes
desejo, que crianças não sejam abandonadas
desejo, coragem para as mães maltratadas
desejo, felicidade
desejo, paz e amor
capacidade
no desejo, no valor
desejo, uma solução
desejo, uma conquista
desejo, ser humilde e altruista
desejo, saúde ao coração
e que toda a minha escrita não vá em vão
desejo, então
a paragem da globalização
desejo a valorização da regionalização
desejo, a união
desejo, música e pintura como expressão
desejo, compreensão
desejo, a calma e o perdão
desejo, mais respeito
desejo, que as pessoas não levem brincadeiras tão a peito
desejo, que não haja muitas chatices
desejo, ver algo que nunca visses
desejo, mais originalidade
desejo, mais audácia e personalidade
desejo, a paz e simplicidade

domingo, 7 de outubro de 2007

quero ser



quero ser...


quero ser, ajuizado
e que nunca me torne obcecado
quero ser feliz, sorrir pelo passado
quero ser, sou o que me tenho tornado

quero ser, quero ter
o conhecimento como prazer
um livro para ler
e um coração para demonstrar, o que quero ser

quero ajudar
quero dar e ultrapassar
a dificuldade que tende em me encorralar
quero simplesmente, amar

quero dar uma mão
quero ser solidário e explorar o meu coração
sem motivo ou razão
quero ter calma, em toda a progressão

quero ser mais calmo, mais surpreendente
quero, enfrentar os problemas de frente
quero ser, único e diferente
quero ser, o mesmo que toda a gente

quero ser guiado
ou seguir um destino, que me tem mudado
mas acima de tudo, que a amizade dê o seu resultado

sábado, 6 de outubro de 2007

a pensar


puz me a pensar

com tanta coisa que acontece
quem mais sofre, é quem menos merece
mesmo assim permanece
a chama da esperança, que um sonho aquece
em dias gelados
pensativo, porque somos intrigados
com o mundo absorvido
pelo pensamento e não pelo sentido
alturas em que não sei quem sou, ando dividido
em que o pensamento me faz sentir adormecido
penso, e volto a pensar
se assim continuarmos, que futuro nos há de esperar
quero aguardar
e ter cuidado para não me precipitar
porque depois, pode não haver volta a dar
transmitir e demonstrar
que a sinceridade nunca me há de largar
e que não, que não quero deixar
que a distãncia acabe por nos separar
amizades que quero manter, e desfrutar
pessoas ás quais sinto necessidade de amar
quero ser levado, o sentido haverá de me levar
e a inexperiencia haverá de me ensinar
acima de tudo quero o bem estar
quero sonhar e nos meus sonhos voar
com a warusha, ao meu lado para me fazer acreditar
irei descobrir e honrar
toda a minha familia que me deu o prazer de encontrar
felicidade de um lar

kalaf: «puz me a pensar (na vida)
se não ficar
contigo(alegria), aqui (no meu coração)»

" Minha alma é uma orquestra oculta; não sei que instrumentos tangem e rangem, cordas e harpas, timbales e tambores, dentro de mim. Só me conheço como sinfonia." Fernando Pessoa, de uma certa forma arranjei esta frase, nunca a tinha lido. Mas, quando a li, senti palavra por palavra tudo o que esta mesma frase nos transmite.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

estou num voto de silencio


silêncio

silêncio, que me silência
solidão, que me presencia
silêncio, que me conduz pela ironia

silêncio que me dá vontade
de mais silêncio, na verdade
morro com o silêncio da saudade

silêncio, paz e pensamento
vivo, como monge no convento
silêncio, de uma dor que sinto por dentro

calo, a voz que quer falar
silencio, uma dor que teima em não acabar
sufoco de te reencontrar

sozinho, é com quem me aptece estar
silêncio, é o modo que acabo por falar
e com o próprio silêncio, digo que tenho que mudar

ele faz me pensar
faz me questionar
pergunto me o que me quererás mostrar?

penso demais? estarei obcecado
silêncio que me tem dominado
pelo o silêncio me mantenho determinado

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

olá


epoh

Carinho, cuidado
Estou eu perplexo ou admirado
Esperança que tudo mude, e que não me mantenha preocupado
Com coisas que me tornam entristecido e magoado
Comigo mesmo, com a esperança
Ou será o impasse que não avança?
Não sei o que temer…
Como fazer, ou simplesmente como te dizer
Tudo o que penso, quando quero adormecer
Quero sonhar tranquilo, quero escrever
Esperança que um dia, tudo se há-de perceber
E que a imaturidade se possa desculpar
Que a amizade possa voltar
Ou simplesmente, que sejas feliz
Até podes deixar de me falar
Desde que sejas feliz
Ai, seria «o Homem que sempre quis»
Poderei ter esperança? Não sei, vou esperar
Espero conseguir acreditar
No que acabo de pensar
Hope, estou me a sujeitar
Paz, felicidade e muito amor é o que te vou desejar
Se fosse mágico, faria «uma borboleta» voar

Ás vezes só queria
Estar contigo, ter a tua companhia
Mas a distancia que nos distancia
Faz me sentir tanta nostalgia
Junta como um conto com magia
Lweji, presente em cada dia

dear ... (de um querido)

Será muito pedir...
força para sorrir,
ou, todo este momento me faz sentir
que de mim, nunca hás-de partir...

o teu olhar...
o teu murmurar
saudades de te abraçar...
e no meu carinho te aconchegar...

só queria estar contigo
tu, que me fazes sentir, em Ti um abrigo
estarás sempre comigo
e eu temerei sempre o eminente perigo

positividade
um sorriso
o coração ao sentir a liberdade
que Me bem que é preciso

«quero ver te feliz
será o que quero, o que sempre quiz
tudo o que a vida tente dizer te, o meu coração te diz
amo te mãe
amor vindo de alguém
que te vÊ e admira muito além...»



domingo, 9 de setembro de 2007

estranho...


estranheza

estranho
com a estranheza me acanho
sinto me longe de tudo
longe de mim, longe do mundo
pensar, parece errado
relembrar, é o mais acertado
quando quero parar para pensar
a estranheza, faz me recuar
estranho afecto
quando me custa fazer o mais correcto
estar a esta distancia
a um passo da adolescência, ainda com alguma ignorância
estranheza, porque te dou tanta importância
estranheza, ao relembrar a infância
quando quero estar sozinho
todos me querem preencher com o seu carinho
quando preciso de alguém
toda a gente me trata como ninguém
estranho,
estranheza que já me assusta pelo seu tamanho
não sei se me prejudica, se me beneficia
custa me a imaginação ser fictícia
homens em combates de popularização da violência
estranho, ao ver crianças com essa convivência
ao verem combates com frequência
e a estranheza em mim ganha consistência
quando a pouco a pouco
o egoísmo se torna louco
e invasões, guerras, países devastados
porque o poder torna homens mais avantajados
e as riquezas de cada pais estão ameaçadas
estranhamente populações são dizimadas
as entidades estão preocupadas
mas à forma de as manterem caladas
essa estranheza que me irrita
estranheza que não acredita
que é preciso mudar
se assim continuar
não sei aonde iremos realmente parar
à auto destruição, ou à guerra nuclear?

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

de volta...mudado ou diferente


depois da experiencia do voluntariado aqui estou eu... de novo


home...

no regresso
mudei,
e só a mim peço
conseguir o que pensei

á coisas que permanecem iguais
umas que mudam
conversas normais
que nos ajudam

que nos fazem perceber
o que é bom viver...
de volta, estou eu ao meu ser
regressei com receio de me voltar a esconder

enquanto andei perdido
em mim
terei surpreendido
o que as pessoas pensavam de mim

ter me ei tornado
noutro marciano, terraqueo,
terei passado
de inconsciente a lunático

de volta, tudo acabou
o olhar que já chorou
tudo o que havia de chorar
no regresso a mim mesmo, consegui acordar
e ver o quanto estava a errar
nada mas nada o que fazia me iria levar...

para junto de ti...

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

balada de outono + ...




grande zeca afonso... uma letra que mereçe ainda mais palmas. Para o trabalho deste corajoso artista...


Águas e pedras do rio

Meu sono vazio

Não vão acordar

Águas das fontes calai

Ó ribeiras chorai

Que eu não volto a cantar




Rios que vão dar ao mar

Deixem meus olhos secar

Águas das fontes calai

Ó ribeiras chorai

Que eu não volto

A cantar




Águas do rio correndo

Poentes morrendo

P'ras bandas do mar

Águas das fontes calai

Ó ribeiras chorai

Que eu não volto A cantar


.... SER(E)

sinto a vontade de te escrever
de te dizer, de me submeter
ao meu próprio ser
que tudo acabou
o meu ser ai, deixou
e tornou me no que hoje sou
apesar de não querer
de não saber o que fazer
ou não sei no que crer
gostava de te ouvir noclarinete
mas entre nós, parece que á algo que se intromete
algo que não explico
algo que complico
e tudo perco quando a ansiedade assume um estado critico
estar assim...
é viver, com o emfim...
não sei
se suportarei
por uma dor que nunca esperei
queria dizer que te amo, contudo só te magoei
tanto querer, que tudo estraguei
é como ter pulmões e não respirar
é como viver uma vida, sem poder sonhar
pergunto me se algum dia, me voltarás a amar

( tenho saudades...
de falar contido
de estar contigo
de brincar contigo
mais que tudo, tenho saudades de ser teu amigo)

sábado, 18 de agosto de 2007

hoje



hoje, o sonho não voou
em que o sol não chegou
e sobre mim, uma nublina poisou
pergunto me, o que hoje se passou?
indecisão que me toca
saudade que me sufoca
a verdade com a razão, que choca
inconsciencia que me perpetua
a memória que nada me atenua
só, numa rua
hoje e amanhã verei a verdade crua

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

madreDeus

Haja o que houver
letra: Pedro Ayres Magalhães (Madredeus)

Haja o que houver
eu estou aqui
Haja o que houver
espero por ti
Volta no vento
Ò meu amor
volta depressa
por favor
Há tanto tempo
já esqueci
porque fiquei
Longe de ti
Cada momento
é pior
Volta no vento
por favor

Eu sei, eu sei
Quem és para mim
Haja o que houver
espero por ti

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

..._(reticente)


...
sobrevivo, sobre uma estranha forma de sobrevivecia
sofro, como em tudo, a consequencia
de cada acto, de cada atitude
enquanto sonhos ganham altitude
a imaginação ferve, como lava vulcÂnica
a cura passa por uma era botÂnica

noites em que o céu é meramente
lindo e explandecente
diferença, que me diferencia
diferença, quando a noite te aquece e deixa de ser fria
um sonho, um momento de fantasia
posso falar com excesso, ou com ironia

cabeça que me tortura
monstros que vageiam em mim á minha procura
que me assaltão, e criam ilusões
e inconscientemente psico sanções
que dão cabo de mim
e fazem me perguntar como será o meu fim

terça-feira, 31 de julho de 2007

baloiço


baloiço que me baloiça
quando apenas quero um abraço, que me abraçe
um ouvido que me oiça


encorralado
entre o certo e o errado
que coragem tive, para te ter deixado

medo, receio de te falar
aos poucos e poucos parece que tudo vai acabar
é na duvida sincera que acabo por baloiçar ~


falta, com falta
saudade que me assalta
baloiçando a minha mente não se exalta
vou me embalando
persuadido pelo choro, vou chorando
este sufoco, que aguentarei até quando?


baloiço ora para a frente, ora para trás
baloiço ao não encontrar a minha paz
auto destruo me por não ser capaz


de baloiçar com um sorriso
custa me dize lo, mas preciso ....

quarta-feira, 25 de julho de 2007

oláh






por onde me levas?

o que fiz?
porque tudo mudou, e ninguém me diz
o porquê da mudança...
serão anormalidades, ou duvidas de uma criança?

questões inoportunas?
vejo a queda do céu sobre dunas
a água imprópria para consumo
não vejo um caminho, um rumo

animais torturados
por caprichos humanos descontextualizados
gozo, inveja e vingança
por levas este planeta, que no inferno avança?

recém nascidos abandonados
pais que compensam filhos por serem pouco acarinhados
desprezo humano
apesar de tudo, a desigualdade faz parte do nosso quotidiano

mares e oceanos poluídos
porque homens, não sabem tratar de resíduos
duvida e incerteza
permanece em nos como uma chama acesa

estranhamos o fora hábito
dramatizamos, algo que não entoa a tanto drama, tão dramático
o passado faz parte da história
não, o passado grava se no coração e na memória

razão com razões
existem escolhas, não opções
é inacreditável, o que se passa
o que se passou para a evolução da desgraça

tristeza, sede e fome
que consome
um continente
que tem a escravidão no seu maior expoente

incêndios, frio com lareiras
mágoas sorrateiras
o amanhecer estranho
um incentivo de força e empenho

a vida que não sei por onde me leva
só que vejo uma consequente queda
e nenhuma solução
não sei o que me tornou tão … hhuumm….














domingo, 22 de julho de 2007

regresso







sogn lone

não sei o que me motiva
a verdade que a realidade me diz, não me cativa
e quanto á chama viva...
que vem do passado
a vida parece perder qualquer significado
recomeçar é algo bastante complicado
quando não me entendo
quando não faço a minima ideia do que pretendo
e a sinceridade que no amor me rendo
porque me custa?
porque me assusta?
questões que me levam a concluir, como a vida é injusta
desigualdades sociais
desigualdades raciais
ainda proclamam «todos diferentes, todos iguais»...
rostos, da pobreza
sorrisos sinceros que demonstram a tua imensa beleza
valores humanos, esquedidos na tristeza
Drogas e vicios
desagrados, sim a isso estamos propicios
quando aprenderemos a valorizar valores e principios?
música que nos deixa a vontade
por mais que seja dura a realidade
música estabelece um contacto com a sua unidade...
mendigos, homens e mulheres de rua
vida que uns trama, e outros perpetua
porque uma mulher se vende a trocos, ao ficar nua?
mania já abastece gente
a soco, á violencia frequente
a vida é unica, sinceramente...
não sei porque muita gente arrisca
a solidão que alegria confisca
a história da humanidade mistica
falhas, falhanços ou erros
sem querer mantemo-nos presos
a nós mesmos

(sinceramente, não sei o porquÊ deste tema/titulo... estava a ouvir musica e essa musica que me«deu» inspiração e força para exprimir tudo o que sentia a ouvi la...)

um dia
o sol que tarda em amanhecer
e eu que continuo, a soster
o ar, que me faz respirar
a saudade, que me faz chorar

os dias são maioritariamente turvos
no meu cerebro, neurónios andam em distúrbios
ao longe, uma vista, uma miragem
falta de brilho, em toda a minha coragem

retraido, sossegado
em ti, sim é o que tenho pensado

ilusão que me ilude
ou toda a imaginação que me confunde
vejo, sei, sinto me deserto
quando estás longe, sinto te tão perto

e ai é o unico momento que consigo sorrir
num dia, em que em aptece chorar, porque te vi "partir"
o céu ficou nublado
as estrelas deixaram de brilhar, ou precisarei em de estar aconchegado
para ver a imensidão de um céu estrelado....



quinta-feira, 19 de julho de 2007

hesitaçãosão

hesitação

hesito
ou em mim já não acredito..?
sinceramente, complexo admito..!

hesitação
por uma indecizão,
do meu coração...

então, então...
suscitação
como uma interrogação

ao que será de mim
será o fim?
ou a vida é assim?

desconfiante, mas avanço dizendo o que sinto
por mais que me custe, não te minto

paranóia! obcesão ?
não, sei...não!
em mim ainda permanece aquela paixão

não o faço por mal
ou depropósito
será normal?
ainda não me encontrei comigo próprio ......

as bases

Beto «Tu, és tudo - slyer»

«tudo o que eu mais quero, é provar te o meu amor e dizer te que estarei sempre aqui
é dificil entenderes que és tudo o que sonhei, o que esperei para mim
baby vem, vem, vem para mim...tu és tudo o que sonhei pra mim...»







«..enquando dor encoa
habitoado a que ela doa
porque quem mais amamos é quem mais nos magoa..?...»
(sam the kid, tema "herditário", albúm - praticamente)

«...alguém conta os raios de sol?
quem dá valor ao pequeno caracol?
a beleza das flores...
será que reparas nos pequenos promenores
quando as nuvens estão cinzentas e o sol não brilha
será que tu reparas nesta maravilha, que é a vida...»
(Melo D, participação em «pequenos promonores» de mundo complexo)

«...puz me a pensar,
no meu azar,
se não ficar, contigo...»
(kalaf, participação em "repetição" de Lil´Jonh)



são algumas passagens de 3 artistas que gosto... tem um sentimento e uma ideia muito boa... dou apenas a conhecerem um pouco mais de mim






quarta-feira, 18 de julho de 2007

nova




hanne hukkelberg... este é uma grande artista norueguesa... um pop jazz único e muito luxuoso... descobram na em myspace.com/hanne hukkelberg... va le apena...




de que sirvo afinal?

serei um teste?
alguem que me deste,
esse mesmo alguém me retiras te...
mas afinal, porque me abraçaste?
e depois me deixas te
mas afinal, como queres que não me afaste?

impróprio, não sei
passar pelo que passo nunca esperei
superar, o que superei
cresci, e sem querer mudei
porque me magoas te, quando em ti mais acreditei?
esse mesmo crédito, que nunca sonhei...

será a vida?
será um sinal de um adeus, a uma eterna partida?
mas afinal, porque a minha calma se sente só e contrangida?
é lhe exigida
o que nunca exigi, será colhida
a memória, recordada e que nunca será esquecida

tudo o que vivi, ficou memorizado
contigo ao meu lado
seja de uma forma real, ou imaginária
sinto a tua presença que me é tão necessária...

bem este tema, poderá ter várias intrepertações... resumindo a ideia base, está interrogar me porque as pessoas que mais amamos partem... na minha opinião devemos pensar que esse mesmo alguém partiu para algo melhor. espero que estejam a gostar... abraço



que confusão...ção...zão


que confusão

confusão que me confunde
confusão que me deixa imune
de um mundo confundido
confuso, como qualquer outro individo

confusão, que me prejudica
a razão, que não se identifica
comigo, pois estou dividido
reservado quando necessito de apenas um ouvido

um ouvido que me ouça
não um ouvido, que faça de mim qualquer coisa
nada, confundido com nada
que confusão numa cabeça tão baralhada

em que os sentimentos se cruzam com a sensadez
quero aliviar, toda a «mágoa» de uma só vez
porque fugi?r, como toda a gente fez
uma confusão, para tantos porquês...

o que hei-de fazer?
confundido, porque não sei dizer...
porque estou em tal encruzilhada
que me mata neurónios como uma caçada...

sentimentos vazios, ou confundidos
que confusão vão estes meus sentidos...

domingo, 15 de julho de 2007

mhia (só tu me compriendes)

mhia



esse teu sorriso tão belo
o teu olhar, tão brilhante e singelo
mundo que nos atira
para a separação, um truque da sua pior ira
não a nada a fazer
a lutar e aprender a viver
a vida tem coisas más e boas
á que valorizar o que nos une como pessoas
o teu coração,gigante
cada dia que o sol brilha eu lembro me o quanto és importante
o teu carinho que não tem significado
o destino pode não nos terá levado
mas ele nos terá cruzado
e se nos cruzou
aproximação, que nos aproximou
e tudo o que o tempo levou
esse mesmo tempo, que muito ganhou
que nos fez amadurecer
apesar de ainda continuar a escrever
quero dizer,quero inaltecer
tudo o que a vida nos pode trazer
lágrimas, choro, imcompriensão
á coisas que não tem a minima razão
alegria, paz interior, interiorizaçâo
que tudo mudou,
agradeço te mhia, por voltar a ser quem sou

vozes


vozes
sons estranhos
poemas, que se tornam em desenhos
criatividade de esculturas
de pinturas, surgem novos seres e novas criaturas
vozes vindas não sei onde
no meu coração, uma estranha voz se esconde
estarei para expludir
não me consigo explicar, como te irei ouvir?
vozes, que me controlam, que me entristecem
vozes, que dentro de mim adormecem
voz de abrigo
sinto a falta de uma amigo
para falar,
sem ter medo e poder confiar...
tudo o que vivo
e demonstrar o que para mim é mais significativo
um zumbido
á beira do meu ouvido
tenho me contido
mas já não aguento e estou cada vez mais dividido
voz, deixa me ... vai te embora



na minha opinião compayo segundo, uma grande voz, um grande musico e acima de tudo uma grande fonte de inspiração.

terça-feira, 10 de julho de 2007










Semente

Uma humanidade, que poluição semeia
Iludidos pela beleza de uma sereia
Porque a parte mais bonita, é aquela que é sempre mais feia
Lutar, por algo que se receia
É atirar para os nossos olhos, areia

Sonhamos,
Projectamos,
Vezes, em que não damos conta do que falamos
Quando pela paz esperamos
Enquanto diariamente erramos
Nos erros de sempre
O vento, que semeie a minha semente

Se o mundo foi semeado
Por Deus terá sido criado
Mais que só, mais que banalizado
A semente de me sentir amado
Permanecerá no meu interior
Porque a verdadeira semente, está no amor



Desabafos

Confesso
O que te peço
É demasiado, inverso
Andando à baila neste universo
Um olhar humano, perverso
Desabafos, num pequeno verso

A tristeza de uma guerra
Um imperialismo, que engloba a terra
Afro americanos
Contra iraquianos, iranianos,
Israelitas e palestinianos
Uma guerra, que todos os dias visionamos

Fome, degredo
Desabafo, porque tenho medo do medo
A morte prematura
A vida insegura
Dia após dia
Vejo um mundo, que banaliza toda a magia
E torna o mundo, uma figura enfraquecida em poesia

Asneiras, atrás de asneiras
Políticos corruptos, em brincadeiras
Fazendo conflitos, em fileiras
Arrumando pessoas em prateleiras

Criando, constituindo
Desemprego, nunca serás bem vindo
Ouvindo bocas,
Pessoas cada vez mais loucas

Que se destroem mutuamente
Um desabafo, quando o meu futuro me assusta o presente


CADA VEZ MAIS
Cada vez, que o coração aperta
A preocupação que inconscientemente se mantêm em alerta
Quando a complexidade me afecta
Alturas em que a vida me, inquieta

O tempo que se multiplica
A distancia que um custo implica
O meu coração que de Ti não abdica
Por versos, a vida não se justifica

Cada vez, que me envolves no teu peito acolhedor
Que me acolhe, com um sentimento que só o coração poderá transpor
Cada vez, em que sinto que estás triste
Dá me uma loucura, que é estúpida e tu, já a referiste

Cada vez, que me abres o coração
Cada vez, que me enches as partes de cada pulmão
São tudo vezes, em que sinto a certidão
A certidão de certeza
Não naquela que nos é dada a nascença

Certo do quanto tu me amas, cada vez mais
Convicto que é contigo que quero viver, cada vez mais

Cada vez, que passas a mão pelo meu rosto
Cada vez mais, estou disposto
A sorrir eternamente
Porque cada vez mais fazes me ver o quão belo é o presente

Cada vez, mais maduro
Um relacionamento mais seguro
Cada vez, que mostras o brilho do teu sorriso
Cada vez, eu sinto o quanto o teu carinho me é preciso

Cada vez, que me elogias
Cada vez, as jóias se tornam em meras bijutarias
Cada vez mais, te tornas a outra parte da alma
Cada vez mais, teremos que ter calma

Dar um passo, por passo
Cada vez, que não vejo o que faço
Tu me advertes
Cada vez que me avisas, é para que me alertes

Porque cada vez mais eu sonho
A realidade faz me escrever do amor, um conto


- Momentos

momentos em que não sei porque faço, o que faço
momentos, em que não sei privar o meu proprio espaço
momentos, e crio um embaraço
momentos, em que quero apenas um abraço

momentos, em que apenas me faz sentir mais só
momentos, em que de mim próprio tenho dó
momentos, em que estou fragilizado
e noto; que nesses momentos, poucos amigos estão ao meu lado

momento, uma ciscunstancia
momentos, de egoismo e ganancia
momentos, em que exijo demais da importancia
momentos, em que fraquejo em total abundancia

momentos, em que te queria
momentos, em que vejo como estás melhor assim
momentos, em que sinto o fim... de mim


in(fliz)

por um sonho embalado
pelo teu olhar, que me deixa apaixonado
pelo teu toque, que não me tem tocado
inflicidade, um estado de espirito que terei mergulhado

porque á coisas que nos custam, e nos fazem sofrer
hoje, só penso em ti... e no outrora que nos fez esclrarecer
as duvidas que ainda poderiam haver
apetece me fugir, e desaparecer
o meu coração está lentamente a morrer
choro, porque sempre tive o medo de te perder

o que hoje acontesse
por mais que quissesse
que o tempo regresse
atrás, morri e assim desapareceu o sol que amanhece
e a lua que me adormece
amo te, e nada se esquece

ou não consigo esquecer
voar, ir para a minha toca e perceber
o quanto infeliz está o meu ser
mas, quando te vejo sorrir... o sol faz que no meu coração possa chover

saudades, ai saudades de te abraçar
de te tocar
de te beijar
será inconsciente
ser precistente
e continuar a sonhar?

sinto que ando enfraquecido
entristecido
e por mais que tente
não consigo, dar um passo á frente
e continuar o meu caminho
tou tão só, que parece que o mundo está sozinho

é a vida
uns chegam, outros brindam nos com a sua partida
mas eu sinceramente... já não sei não

----- aqui estão mais 2 poemas... portem se bem





domingo, 8 de julho de 2007


Quem sou?

Pesadamente, me interrogo, quem sou?
O que faço?, aonde estou?
O que se passou?
Porque de uma vez só, todo o mundo desabou?

Não sei o que dizer
O que fazer…
Só sei que se continuar assim, não sei o que poderá acontecer
Falta me o gosto de sorrir, e de viver

Desamparado, solidão que me invade
E uma tremenda saudade
Que me mata, com alguma tranquilidade
Quero paz de espírito e não a espontaneidade

Momentos, alturas, recordo agora em grandes memórias
Quando olho para trás e reparo que são histórias
Passadas, e o passado que não passa?
Sinto o frio, apetece me o calor de um abraço, não de um conforto de uma casa

sexta-feira, 6 de julho de 2007

on a least- inspirado pela natureza do parque de oeiras


on least

distancia que me distancia

distancia que arrepia

distancia dura e fria

a muito que assim não me sentia


solidão que me testa

confiança e esperança é o que me resta

não me aptece sair, mesmo em dia de festa


sinto me tão distante

em que o egoismo, poderá tornar se relevante

não estou minimamente confiante

sinto me estranho, estúpido e ignorante


desvalorizado? distanciado...

entristecido por ter chegado

a esta saudade que me tem matado


... custa me tanto estar longe de ti....

quarta-feira, 4 de julho de 2007

poetas


mar, fazes me mergulhar

nesse mesmo mergulho fazes me pensar,

pergunto te mar, aonde me quererás levar


tão profundo e tão bunito

mar, já não sei se acredito

no teu próprio infinito


sinto me perdido

sentimentos, que me deixam sem sentido

mar, leva me contigo


dentro de ti, uma magia

mar, que me acalma com certa ironia

num só mergulho e tudo mudaria


mar, mar, mar

faz como uma onda, faz o meu passado regressar

ou leva me para junto de ti

sinto me mal ao viver assim

terça-feira, 3 de julho de 2007

brevemente...


queria desde já dizer olá a toda a gente, amanhã publicarei o que realmente quero publicar

espero que gostem... comprimentos