terça-feira, 31 de julho de 2007

baloiço


baloiço que me baloiça
quando apenas quero um abraço, que me abraçe
um ouvido que me oiça


encorralado
entre o certo e o errado
que coragem tive, para te ter deixado

medo, receio de te falar
aos poucos e poucos parece que tudo vai acabar
é na duvida sincera que acabo por baloiçar ~


falta, com falta
saudade que me assalta
baloiçando a minha mente não se exalta
vou me embalando
persuadido pelo choro, vou chorando
este sufoco, que aguentarei até quando?


baloiço ora para a frente, ora para trás
baloiço ao não encontrar a minha paz
auto destruo me por não ser capaz


de baloiçar com um sorriso
custa me dize lo, mas preciso ....

quarta-feira, 25 de julho de 2007

oláh






por onde me levas?

o que fiz?
porque tudo mudou, e ninguém me diz
o porquê da mudança...
serão anormalidades, ou duvidas de uma criança?

questões inoportunas?
vejo a queda do céu sobre dunas
a água imprópria para consumo
não vejo um caminho, um rumo

animais torturados
por caprichos humanos descontextualizados
gozo, inveja e vingança
por levas este planeta, que no inferno avança?

recém nascidos abandonados
pais que compensam filhos por serem pouco acarinhados
desprezo humano
apesar de tudo, a desigualdade faz parte do nosso quotidiano

mares e oceanos poluídos
porque homens, não sabem tratar de resíduos
duvida e incerteza
permanece em nos como uma chama acesa

estranhamos o fora hábito
dramatizamos, algo que não entoa a tanto drama, tão dramático
o passado faz parte da história
não, o passado grava se no coração e na memória

razão com razões
existem escolhas, não opções
é inacreditável, o que se passa
o que se passou para a evolução da desgraça

tristeza, sede e fome
que consome
um continente
que tem a escravidão no seu maior expoente

incêndios, frio com lareiras
mágoas sorrateiras
o amanhecer estranho
um incentivo de força e empenho

a vida que não sei por onde me leva
só que vejo uma consequente queda
e nenhuma solução
não sei o que me tornou tão … hhuumm….














domingo, 22 de julho de 2007

regresso







sogn lone

não sei o que me motiva
a verdade que a realidade me diz, não me cativa
e quanto á chama viva...
que vem do passado
a vida parece perder qualquer significado
recomeçar é algo bastante complicado
quando não me entendo
quando não faço a minima ideia do que pretendo
e a sinceridade que no amor me rendo
porque me custa?
porque me assusta?
questões que me levam a concluir, como a vida é injusta
desigualdades sociais
desigualdades raciais
ainda proclamam «todos diferentes, todos iguais»...
rostos, da pobreza
sorrisos sinceros que demonstram a tua imensa beleza
valores humanos, esquedidos na tristeza
Drogas e vicios
desagrados, sim a isso estamos propicios
quando aprenderemos a valorizar valores e principios?
música que nos deixa a vontade
por mais que seja dura a realidade
música estabelece um contacto com a sua unidade...
mendigos, homens e mulheres de rua
vida que uns trama, e outros perpetua
porque uma mulher se vende a trocos, ao ficar nua?
mania já abastece gente
a soco, á violencia frequente
a vida é unica, sinceramente...
não sei porque muita gente arrisca
a solidão que alegria confisca
a história da humanidade mistica
falhas, falhanços ou erros
sem querer mantemo-nos presos
a nós mesmos

(sinceramente, não sei o porquÊ deste tema/titulo... estava a ouvir musica e essa musica que me«deu» inspiração e força para exprimir tudo o que sentia a ouvi la...)

um dia
o sol que tarda em amanhecer
e eu que continuo, a soster
o ar, que me faz respirar
a saudade, que me faz chorar

os dias são maioritariamente turvos
no meu cerebro, neurónios andam em distúrbios
ao longe, uma vista, uma miragem
falta de brilho, em toda a minha coragem

retraido, sossegado
em ti, sim é o que tenho pensado

ilusão que me ilude
ou toda a imaginação que me confunde
vejo, sei, sinto me deserto
quando estás longe, sinto te tão perto

e ai é o unico momento que consigo sorrir
num dia, em que em aptece chorar, porque te vi "partir"
o céu ficou nublado
as estrelas deixaram de brilhar, ou precisarei em de estar aconchegado
para ver a imensidão de um céu estrelado....



quinta-feira, 19 de julho de 2007

hesitaçãosão

hesitação

hesito
ou em mim já não acredito..?
sinceramente, complexo admito..!

hesitação
por uma indecizão,
do meu coração...

então, então...
suscitação
como uma interrogação

ao que será de mim
será o fim?
ou a vida é assim?

desconfiante, mas avanço dizendo o que sinto
por mais que me custe, não te minto

paranóia! obcesão ?
não, sei...não!
em mim ainda permanece aquela paixão

não o faço por mal
ou depropósito
será normal?
ainda não me encontrei comigo próprio ......

as bases

Beto «Tu, és tudo - slyer»

«tudo o que eu mais quero, é provar te o meu amor e dizer te que estarei sempre aqui
é dificil entenderes que és tudo o que sonhei, o que esperei para mim
baby vem, vem, vem para mim...tu és tudo o que sonhei pra mim...»







«..enquando dor encoa
habitoado a que ela doa
porque quem mais amamos é quem mais nos magoa..?...»
(sam the kid, tema "herditário", albúm - praticamente)

«...alguém conta os raios de sol?
quem dá valor ao pequeno caracol?
a beleza das flores...
será que reparas nos pequenos promenores
quando as nuvens estão cinzentas e o sol não brilha
será que tu reparas nesta maravilha, que é a vida...»
(Melo D, participação em «pequenos promonores» de mundo complexo)

«...puz me a pensar,
no meu azar,
se não ficar, contigo...»
(kalaf, participação em "repetição" de Lil´Jonh)



são algumas passagens de 3 artistas que gosto... tem um sentimento e uma ideia muito boa... dou apenas a conhecerem um pouco mais de mim






quarta-feira, 18 de julho de 2007

nova




hanne hukkelberg... este é uma grande artista norueguesa... um pop jazz único e muito luxuoso... descobram na em myspace.com/hanne hukkelberg... va le apena...




de que sirvo afinal?

serei um teste?
alguem que me deste,
esse mesmo alguém me retiras te...
mas afinal, porque me abraçaste?
e depois me deixas te
mas afinal, como queres que não me afaste?

impróprio, não sei
passar pelo que passo nunca esperei
superar, o que superei
cresci, e sem querer mudei
porque me magoas te, quando em ti mais acreditei?
esse mesmo crédito, que nunca sonhei...

será a vida?
será um sinal de um adeus, a uma eterna partida?
mas afinal, porque a minha calma se sente só e contrangida?
é lhe exigida
o que nunca exigi, será colhida
a memória, recordada e que nunca será esquecida

tudo o que vivi, ficou memorizado
contigo ao meu lado
seja de uma forma real, ou imaginária
sinto a tua presença que me é tão necessária...

bem este tema, poderá ter várias intrepertações... resumindo a ideia base, está interrogar me porque as pessoas que mais amamos partem... na minha opinião devemos pensar que esse mesmo alguém partiu para algo melhor. espero que estejam a gostar... abraço



que confusão...ção...zão


que confusão

confusão que me confunde
confusão que me deixa imune
de um mundo confundido
confuso, como qualquer outro individo

confusão, que me prejudica
a razão, que não se identifica
comigo, pois estou dividido
reservado quando necessito de apenas um ouvido

um ouvido que me ouça
não um ouvido, que faça de mim qualquer coisa
nada, confundido com nada
que confusão numa cabeça tão baralhada

em que os sentimentos se cruzam com a sensadez
quero aliviar, toda a «mágoa» de uma só vez
porque fugi?r, como toda a gente fez
uma confusão, para tantos porquês...

o que hei-de fazer?
confundido, porque não sei dizer...
porque estou em tal encruzilhada
que me mata neurónios como uma caçada...

sentimentos vazios, ou confundidos
que confusão vão estes meus sentidos...

domingo, 15 de julho de 2007

mhia (só tu me compriendes)

mhia



esse teu sorriso tão belo
o teu olhar, tão brilhante e singelo
mundo que nos atira
para a separação, um truque da sua pior ira
não a nada a fazer
a lutar e aprender a viver
a vida tem coisas más e boas
á que valorizar o que nos une como pessoas
o teu coração,gigante
cada dia que o sol brilha eu lembro me o quanto és importante
o teu carinho que não tem significado
o destino pode não nos terá levado
mas ele nos terá cruzado
e se nos cruzou
aproximação, que nos aproximou
e tudo o que o tempo levou
esse mesmo tempo, que muito ganhou
que nos fez amadurecer
apesar de ainda continuar a escrever
quero dizer,quero inaltecer
tudo o que a vida nos pode trazer
lágrimas, choro, imcompriensão
á coisas que não tem a minima razão
alegria, paz interior, interiorizaçâo
que tudo mudou,
agradeço te mhia, por voltar a ser quem sou

vozes


vozes
sons estranhos
poemas, que se tornam em desenhos
criatividade de esculturas
de pinturas, surgem novos seres e novas criaturas
vozes vindas não sei onde
no meu coração, uma estranha voz se esconde
estarei para expludir
não me consigo explicar, como te irei ouvir?
vozes, que me controlam, que me entristecem
vozes, que dentro de mim adormecem
voz de abrigo
sinto a falta de uma amigo
para falar,
sem ter medo e poder confiar...
tudo o que vivo
e demonstrar o que para mim é mais significativo
um zumbido
á beira do meu ouvido
tenho me contido
mas já não aguento e estou cada vez mais dividido
voz, deixa me ... vai te embora



na minha opinião compayo segundo, uma grande voz, um grande musico e acima de tudo uma grande fonte de inspiração.

terça-feira, 10 de julho de 2007










Semente

Uma humanidade, que poluição semeia
Iludidos pela beleza de uma sereia
Porque a parte mais bonita, é aquela que é sempre mais feia
Lutar, por algo que se receia
É atirar para os nossos olhos, areia

Sonhamos,
Projectamos,
Vezes, em que não damos conta do que falamos
Quando pela paz esperamos
Enquanto diariamente erramos
Nos erros de sempre
O vento, que semeie a minha semente

Se o mundo foi semeado
Por Deus terá sido criado
Mais que só, mais que banalizado
A semente de me sentir amado
Permanecerá no meu interior
Porque a verdadeira semente, está no amor



Desabafos

Confesso
O que te peço
É demasiado, inverso
Andando à baila neste universo
Um olhar humano, perverso
Desabafos, num pequeno verso

A tristeza de uma guerra
Um imperialismo, que engloba a terra
Afro americanos
Contra iraquianos, iranianos,
Israelitas e palestinianos
Uma guerra, que todos os dias visionamos

Fome, degredo
Desabafo, porque tenho medo do medo
A morte prematura
A vida insegura
Dia após dia
Vejo um mundo, que banaliza toda a magia
E torna o mundo, uma figura enfraquecida em poesia

Asneiras, atrás de asneiras
Políticos corruptos, em brincadeiras
Fazendo conflitos, em fileiras
Arrumando pessoas em prateleiras

Criando, constituindo
Desemprego, nunca serás bem vindo
Ouvindo bocas,
Pessoas cada vez mais loucas

Que se destroem mutuamente
Um desabafo, quando o meu futuro me assusta o presente


CADA VEZ MAIS
Cada vez, que o coração aperta
A preocupação que inconscientemente se mantêm em alerta
Quando a complexidade me afecta
Alturas em que a vida me, inquieta

O tempo que se multiplica
A distancia que um custo implica
O meu coração que de Ti não abdica
Por versos, a vida não se justifica

Cada vez, que me envolves no teu peito acolhedor
Que me acolhe, com um sentimento que só o coração poderá transpor
Cada vez, em que sinto que estás triste
Dá me uma loucura, que é estúpida e tu, já a referiste

Cada vez, que me abres o coração
Cada vez, que me enches as partes de cada pulmão
São tudo vezes, em que sinto a certidão
A certidão de certeza
Não naquela que nos é dada a nascença

Certo do quanto tu me amas, cada vez mais
Convicto que é contigo que quero viver, cada vez mais

Cada vez, que passas a mão pelo meu rosto
Cada vez mais, estou disposto
A sorrir eternamente
Porque cada vez mais fazes me ver o quão belo é o presente

Cada vez, mais maduro
Um relacionamento mais seguro
Cada vez, que mostras o brilho do teu sorriso
Cada vez, eu sinto o quanto o teu carinho me é preciso

Cada vez, que me elogias
Cada vez, as jóias se tornam em meras bijutarias
Cada vez mais, te tornas a outra parte da alma
Cada vez mais, teremos que ter calma

Dar um passo, por passo
Cada vez, que não vejo o que faço
Tu me advertes
Cada vez que me avisas, é para que me alertes

Porque cada vez mais eu sonho
A realidade faz me escrever do amor, um conto


- Momentos

momentos em que não sei porque faço, o que faço
momentos, em que não sei privar o meu proprio espaço
momentos, e crio um embaraço
momentos, em que quero apenas um abraço

momentos, em que apenas me faz sentir mais só
momentos, em que de mim próprio tenho dó
momentos, em que estou fragilizado
e noto; que nesses momentos, poucos amigos estão ao meu lado

momento, uma ciscunstancia
momentos, de egoismo e ganancia
momentos, em que exijo demais da importancia
momentos, em que fraquejo em total abundancia

momentos, em que te queria
momentos, em que vejo como estás melhor assim
momentos, em que sinto o fim... de mim


in(fliz)

por um sonho embalado
pelo teu olhar, que me deixa apaixonado
pelo teu toque, que não me tem tocado
inflicidade, um estado de espirito que terei mergulhado

porque á coisas que nos custam, e nos fazem sofrer
hoje, só penso em ti... e no outrora que nos fez esclrarecer
as duvidas que ainda poderiam haver
apetece me fugir, e desaparecer
o meu coração está lentamente a morrer
choro, porque sempre tive o medo de te perder

o que hoje acontesse
por mais que quissesse
que o tempo regresse
atrás, morri e assim desapareceu o sol que amanhece
e a lua que me adormece
amo te, e nada se esquece

ou não consigo esquecer
voar, ir para a minha toca e perceber
o quanto infeliz está o meu ser
mas, quando te vejo sorrir... o sol faz que no meu coração possa chover

saudades, ai saudades de te abraçar
de te tocar
de te beijar
será inconsciente
ser precistente
e continuar a sonhar?

sinto que ando enfraquecido
entristecido
e por mais que tente
não consigo, dar um passo á frente
e continuar o meu caminho
tou tão só, que parece que o mundo está sozinho

é a vida
uns chegam, outros brindam nos com a sua partida
mas eu sinceramente... já não sei não

----- aqui estão mais 2 poemas... portem se bem





domingo, 8 de julho de 2007


Quem sou?

Pesadamente, me interrogo, quem sou?
O que faço?, aonde estou?
O que se passou?
Porque de uma vez só, todo o mundo desabou?

Não sei o que dizer
O que fazer…
Só sei que se continuar assim, não sei o que poderá acontecer
Falta me o gosto de sorrir, e de viver

Desamparado, solidão que me invade
E uma tremenda saudade
Que me mata, com alguma tranquilidade
Quero paz de espírito e não a espontaneidade

Momentos, alturas, recordo agora em grandes memórias
Quando olho para trás e reparo que são histórias
Passadas, e o passado que não passa?
Sinto o frio, apetece me o calor de um abraço, não de um conforto de uma casa

sexta-feira, 6 de julho de 2007

on a least- inspirado pela natureza do parque de oeiras


on least

distancia que me distancia

distancia que arrepia

distancia dura e fria

a muito que assim não me sentia


solidão que me testa

confiança e esperança é o que me resta

não me aptece sair, mesmo em dia de festa


sinto me tão distante

em que o egoismo, poderá tornar se relevante

não estou minimamente confiante

sinto me estranho, estúpido e ignorante


desvalorizado? distanciado...

entristecido por ter chegado

a esta saudade que me tem matado


... custa me tanto estar longe de ti....

quarta-feira, 4 de julho de 2007

poetas


mar, fazes me mergulhar

nesse mesmo mergulho fazes me pensar,

pergunto te mar, aonde me quererás levar


tão profundo e tão bunito

mar, já não sei se acredito

no teu próprio infinito


sinto me perdido

sentimentos, que me deixam sem sentido

mar, leva me contigo


dentro de ti, uma magia

mar, que me acalma com certa ironia

num só mergulho e tudo mudaria


mar, mar, mar

faz como uma onda, faz o meu passado regressar

ou leva me para junto de ti

sinto me mal ao viver assim

terça-feira, 3 de julho de 2007

brevemente...


queria desde já dizer olá a toda a gente, amanhã publicarei o que realmente quero publicar

espero que gostem... comprimentos