
Quem sou?
Pesadamente, me interrogo, quem sou?
O que faço?, aonde estou?
O que se passou?
Porque de uma vez só, todo o mundo desabou?
Não sei o que dizer
O que fazer…
Só sei que se continuar assim, não sei o que poderá acontecer
Falta me o gosto de sorrir, e de viver
Desamparado, solidão que me invade
E uma tremenda saudade
Que me mata, com alguma tranquilidade
Quero paz de espírito e não a espontaneidade
Momentos, alturas, recordo agora em grandes memórias
Quando olho para trás e reparo que são histórias
Passadas, e o passado que não passa?
Sinto o frio, apetece me o calor de um abraço, não de um conforto de uma casa
Pesadamente, me interrogo, quem sou?
O que faço?, aonde estou?
O que se passou?
Porque de uma vez só, todo o mundo desabou?
Não sei o que dizer
O que fazer…
Só sei que se continuar assim, não sei o que poderá acontecer
Falta me o gosto de sorrir, e de viver
Desamparado, solidão que me invade
E uma tremenda saudade
Que me mata, com alguma tranquilidade
Quero paz de espírito e não a espontaneidade
Momentos, alturas, recordo agora em grandes memórias
Quando olho para trás e reparo que são histórias
Passadas, e o passado que não passa?
Sinto o frio, apetece me o calor de um abraço, não de um conforto de uma casa
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