quarta-feira, 26 de setembro de 2007

olá


epoh

Carinho, cuidado
Estou eu perplexo ou admirado
Esperança que tudo mude, e que não me mantenha preocupado
Com coisas que me tornam entristecido e magoado
Comigo mesmo, com a esperança
Ou será o impasse que não avança?
Não sei o que temer…
Como fazer, ou simplesmente como te dizer
Tudo o que penso, quando quero adormecer
Quero sonhar tranquilo, quero escrever
Esperança que um dia, tudo se há-de perceber
E que a imaturidade se possa desculpar
Que a amizade possa voltar
Ou simplesmente, que sejas feliz
Até podes deixar de me falar
Desde que sejas feliz
Ai, seria «o Homem que sempre quis»
Poderei ter esperança? Não sei, vou esperar
Espero conseguir acreditar
No que acabo de pensar
Hope, estou me a sujeitar
Paz, felicidade e muito amor é o que te vou desejar
Se fosse mágico, faria «uma borboleta» voar

Ás vezes só queria
Estar contigo, ter a tua companhia
Mas a distancia que nos distancia
Faz me sentir tanta nostalgia
Junta como um conto com magia
Lweji, presente em cada dia

dear ... (de um querido)

Será muito pedir...
força para sorrir,
ou, todo este momento me faz sentir
que de mim, nunca hás-de partir...

o teu olhar...
o teu murmurar
saudades de te abraçar...
e no meu carinho te aconchegar...

só queria estar contigo
tu, que me fazes sentir, em Ti um abrigo
estarás sempre comigo
e eu temerei sempre o eminente perigo

positividade
um sorriso
o coração ao sentir a liberdade
que Me bem que é preciso

«quero ver te feliz
será o que quero, o que sempre quiz
tudo o que a vida tente dizer te, o meu coração te diz
amo te mãe
amor vindo de alguém
que te vÊ e admira muito além...»



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